Os hábitos de consumo mudaram radicalmente na última década impulsionados pela transformação digital acelerada.
A forma como pesquisamos, compramos, pagamos e nos relacionamos com marcas nunca mais será a mesma.
A tecnologia não apenas facilitou processos existentes, mas criou comportamentos completamente novos. Acompanhe!
Confira 9 hábitos de consumo alterados pelo avanço da tecnologia na última década
Compras por impulso em marketplaces
A facilidade de encontrar produtos e finalizar compras com poucos cliques transformou a relação com o consumo. Marketplaces como Amazon e Mercado Livre oferecem entrega rápida e avaliações que reduzem incertezas. Os hábitos de consumo atuais incluem compras em qualquer lugar e horário.
Novas tecnologias costumam criar categorias de produto que não existiam antes, como ocorreu com o vaporizador de ervas, que passou a aparecer com mais frequência em conversas sobre mudanças de hábitos de consumo e inovação em dispositivos pessoais.
Comparação de preços em tempo real
Antes da internet, comparar preços significava visitar lojas fisicamente ou consultar catálogos impressos. Hoje, aplicativos e extensões de navegador mostram o melhor preço instantaneamente enquanto o consumidor navega. Os hábitos de consumo incorporaram essa busca por economia como algo natural.
Ninguém mais compra sem antes verificar se não há opção mais barata em outro lugar. A transparência de preços mudou a dinâmica entre varejistas e consumidores.
Pagamentos por aproximação e Pix
A carteira física perdeu espaço para o celular e o relógio, que concentram todas as formas de pagamento. Pix e NFC eliminaram a necessidade de dinheiro em espécie ou mesmo de cartões físicos. Os hábitos de consumo se tornaram mais ágeis e menos dependentes de papel.
Filas em caixas eletrônicos diminuíram drasticamente com a popularização dos meios digitais. A conveniência se tornou um dos principais critérios de escolha.
Assinaturas como modelo preferencial
Streaming de música, vídeo, softwares e até alimentos por assinatura se tornaram parte da rotina. O consumidor prefere pagar mensalidades a adquirir produtos de forma definitiva. Os hábitos de consumo migraram da posse para o acesso.
A previsibilidade de receita para empresas e a comodidade para clientes explicam o sucesso desse modelo. A variedade de serviços disponíveis cresce a cada ano.
Pesquisa em redes sociais antes da compra
Instagram, TikTok e YouTube se tornaram as principais fontes de recomendação de produtos. Influenciadores digitais substituíram a publicidade tradicional na formação de opinião. Os hábitos de consumo atuais passam inevitavelmente pela validação social online.
A reputação de uma marca nas redes sociais pode determinar seu sucesso ou fracasso comercial. A confiança do consumidor migrou para perfis com os quais ele se identifica.
Consumo consciente e sustentável
Informação sobre origem, impacto ambiental e condições de produção dos produtos está mais acessível. Consumidores passaram a exigir transparência e responsabilidade das marcas. Os hábitos de consumo refletem uma preocupação maior com as consequências das compras.
Produtos sustentáveis deixaram de ser nicho para se tornar exigência de parcela significativa da população. Marcas que ignoram essa tendência perdem relevância.
Delivery e conveniência como prioridade
Comida, remédios, roupas e até presentes chegam em casa em poucas horas com poucos toques na tela. A comodidade de receber produtos sem sair de casa redefiniu o que se espera do varejo. Os hábitos de consumo atuais valorizam cada vez mais a entrega rápida.
A pandemia acelerou uma tendência que já estava em curso e que veio para ficar. O delivery se consolidou como parte da rotina.
Consumo colaborativo e economia compartilhada
Alugar em vez de comprar, compartilhar ferramentas com vizinhos e usar carros por aplicativo são práticas comuns. A tecnologia viabilizou modelos de negócio baseados no acesso, não na propriedade. Os hábitos de consumo incorporaram a colaboração como alternativa viável.
A racionalização de recursos e a economia financeira impulsionam esse comportamento. Plataformas digitais conectam oferta e demanda de forma eficiente.
Personalização em massa da experiência
Algoritmos recomendam produtos baseados no histórico de navegação e compras anteriores. O consumidor recebe ofertas cada vez mais alinhadas com seus gostos e necessidades. Os hábitos de consumo atuais são moldados por sugestões personalizadas que facilitam escolhas.
A sensação de ser compreendido pela marca aumenta a fidelidade e a satisfação. A personalização deixou de ser diferencial para se tornar obrigação.
Créditos da imagem: https://www.pexels.com/pt-br/foto/pessoa-segurando-o-iphone-prata-7-887751/